COSMOLOGISMO E METACOSMOLOGISMO GRACELIANO.
Fundamentos para uma religião.
A realidade são uma interação e universalidade de fenômenos, categorias, ações, poderes, do divino ao cósmico, do cósmico ao metacósmico, do metacósmico ao metafenomênico e metaexistencial. E destes ao universo racional e de direcionamento próprio.
Assim, temos.
Uma razão cósmica, e uma análise para uma razão cósmica e crácio meta e fenomênica.
E se fundamenta num universalismo teo-cosmológico.
Onde o poder divino e poder cósmico, e poder vital, e poder vitalpsíquico agem sobre as três formas de realidades.
A DE PODERES [CRÁCIO].
O META [PROPÓSITO METAFENOMÊNICO, E PROPÓSITO METAEXISTENCIAL].
A REALIDADE CÓSMICA E FENOMÊNICA.
Assim, no crácio temos.
O poder divino.
O poder cósmico.
O poder vital.
O poder vitalpsíquico
Na metarealidade temos.
O metacósmico.
O metaexistencial.
O metafenomênico.
O metavital.
O metapsíquico.
O metaracional.
O metaaprimorativo.
No fenomênico temos.
O cósmico.
O fenomênico.
O as interações e ações.
O racional.
O existencial.
O aprimorativo.
A essência da natureza vital.
O vitalpsíquico.
A racionalidade craciológica [na forma de poder].
O bio, o psíquico, o físico, o químico.
E as interações, e universalidade entre todos.
Logo, é uma teoria de poder, meta, fenômenos, interações e ações, existencial, fenomênica, do conhecimento. E hgt [hiper unificação graceliana da totalidade].
Assim, a realidade é a realidade cósmica e metacósmica.
E o cosmo tem a sua própria realidade e racionalidade que é expresso através da ordem, da harmonia, do direcionamento programado, e do aprimoramento progressivo [e não dialético].
Assim, a realidade não é dialética, não é materialidade, não é o espaço e o tempo.
E a realidade não está regida por estruturas, fenômenos, e causas e efeitos.
Pois, anterior ao fenômeno e causa e efeitos há o crácio e o meta.
E a realidade não se encontra no espaço e no tempo, pois o tempo não existe como realidade em si.
Assim, a realidade se encontra na metarealidade [no crácio e no meta].
O fenômeno e as estruturas, causas e efeitos é o que aparece do fenômeno, e não o que o que o rege e o faz ser realidade.
Assim, uma unitotalidade, uma craciologia, uma metarealidade, uma transcendentalidade sobre a realidade de partes sobre o todo e o todo sobre as partes. Um autocosmo regendo as partes que compõe e produz o todo.
METABIOLOGIA.
Assim, sob a mente consciente e o universo inconsciente está a natureza vitalpsíquica, e sobre está o crácio e o meta.
Pois eles regem a sua estruturalidade, formação, aprimoracidade, e transcendentalidade.
E a partir daí a natureza vital tem a sua realidade, racionalidade e conhecimento.
O mesmo acontece com a natureza vitalpsíquica, cósmica, metacósmica, metaexistencial e metatranscendental.
Ou seja, o cosmo, a vida o poder, a vitalidade, a mente têm a sua realidade, racionalidade e conhecimento e que todos se interagem sobre todos. E tudo sobre tudo.
Logo, racionalidade e conhecimento não é uma particularidade da mente. Mas de todos os metafenômenos num metacosmo.
CINCO PILARES CÓSMICOS DA METAREALIDADE.
A realidade estruturante e concreta, e aprimorística, a existencialidade se fundamentam em cinco pilares cósmicos da realidade.
1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico
Como se vê acima a realidade não é dialética, pois ela se aprimora e se processa por uma metatranscendentalidade sobre e sob todos as coisas e do cosmo.. E uma interação e universalidade entre todas as realidades.
E na verdade a realidade é metainteração e metaunicidade regido por poderes.
Assim, somos e a nossa razão é, e somos um estágio da maturação cósmica regida por seus poderes e metarealidades.
Onde leva a realidade na sua totalidade de categoria de ser a se integrar, unir, transcender e trans aprimorar.
A permanência da vida é o propósito máximo da vida e de todo ser vivo. E para isto a vida constrói mecanismos ferramentas, órgãos e funções. Somos reproduções, imunidade, reprodução e reposição celular, funções metabólicas, mente, etc.
Ou seja, somos varias realidades numa só dentro de nós. E fora de nós.
Assim, a realidade é e se desenvolve sozinha através dos cincos pilares da realidade.
Com isto a realidade não é mecanicista, ocasonista, materialista, e dialética. E não faz parte de um processo de causa e efeito dentro dos fenômenos e sua materialidade, mas, um universo de poder, meta, interações e universalidades cósmicas.
Com isto a realidade é se fundamenta nos cinco pilares.
Logo, a realidade não se encontra no tempo ou no espaço, mas nos pilares e suas interações e em si mesma.
Não está no outro [espaço e tempo], mas em si mesma.
Não se encontra na causa e efeito, ou na fenomenia, mas nos pilares e sua universalidade.
1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico
Assim, a matéria não construiria os pilares da vida, da mente, e os espíritos, o aprimoramento direcionado, a ordem e harmonia cósmica, a funcionalidade do universo vital com todos os seus órgãos e funções.
Mas os poderes, potencialidades, transcendentalidades, metarealidades, aprimoramentos naturais e metanatural que estão nos pilares cósmicos e formam o todo da realidade e suas interações.
Assim, a vida não é obra de uma evolução a partir da matéria, num processo mecanicista e ocasonista.
Assim, temos o hgt, numa só teoria temos a metafísica, o existencialismo, o vitalismo, o racionalismo e uma teoria do conhecimento.
Onde os cinco pilares cósmicos são também formas racionais, lógicas e com conhecimento próprio.
E a vida e a existência surgem e se aprimoram pelos pilares cósmicos.
TEMOS NESTE PONTO UMA INTERAÇÃO, UMA TROCA, UMA UNIVERSALIDADE, ONDE AS PARTES SE COMPLEMENTAM COM O TODO, E O TODO AGE SOBRE AS PARTES. NESTE PONTO ESTÁ O CÓSMICO.
Meta-aprimoracidade.
A realidade se aprimora por um poder, potencialidade e um rácio-poder, que leva a uma transcendentalidade lenta.
Fundamenta-se no poder e no metacosmico [externo] para o poder e metafenômeno [interno]. Assim temos o externo agindo sobre o interno, que é o craciovital, na produção da realidade. Onde há uma interação do externo para o interno e o interno sobro si, e interagindo com o todo.
Produzindo uma terceira realidade. Que é a realidade dos fenômenos, das estruturas e dos metafenômenos estruturantes, transcendentais aprimorístico inseridos dos cinco pilares e pela ação dos cinco pilares.
1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico
Assim temos a realidade craciocósmica e craciofenomênica.
E a realidade metacósmica e metafenomênica, que agem produzindo a realidade crácio, meta e fenomênica. Que agem produzindo a realidade externa e interna crácio e meta, e a realidade fenomênica e transcendental.
E que por sua vez estão inseridos de direcionamentos, ordem, aprimoramento e racionalidades.
Ver metafenomenia graceliana [publicada na internet].
Com a interação e a relação encontramos a hgt [hiper unificação graceliana da totalidade].
Através do externo sobre o interno, e o interno sobre si mesmo e sobre o todo, e na produção de mudanças sobre o terceiro [terceira realidade] que são os fenômenos, a transcendentalidade e o aprimoramento.
Observação. Isto não é dialética, pois temos aí o crácio, o meta, a universalidade e o hgt.
Assim, começa de fora para dentro com o crácio e o metaexterno.
De dentro para fora com metainterno.
Onde os pilares
1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico
São a sustentação do todo e são parte fundamental do todo.
Assim, este tratado sai do eixo físico, psicológico, espiritual e surge com o crácio, o meta, o cósmico, o transcendental aprimorístico, a interação entre o todo e as partes, o uno, o direcionado.
A universalidade entre a metafísica, o existencialismo, racionalismo e teoria do conhecimento.
A realidade não se processa por causa e efeito, mas pelos cinco pilares cósmicos e a transcendentalidade.
Não há espaço e tempo onde a realidade possa ser estabelecida, mas ela se estabelece em si mesma sob a ação dos cinco pilares cósmicos.
Onde temos a universalidade, a interação cósmica, estágios e poderes.
A matéria e o ocaso não servem e não são sustentáculos e agentes da produção da realidade. Mas os cinco pilares.
1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico.
Assim, o mundo é o que me produz. No caso os pilares e a vitalidade.
E o que produz o que me produz é o cosmo.
E este o meta.
E este o crácio [ poder divino e poderes cósmicos e vitais].
O homem é o que é o seu universo vitalpsíquico, cósmico, metaexistencial e craciológico, logo, o homem em si não chega a existir como agente fundamental de si. Logo, nunca será um super-homem.
Logo, um homem, uma sociedade, um ser vivo não é superior a outro. Pois, estes estão sob a ação da vitalidade, e a vitalidade do meta, e o meta do crácio, e as interações e universalidades entre todos.
Assim, a moralidade não está na força, mas no cinco pilares cósmicos.
1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico.
Não está na era [a era do espírito], mas na ação dos pilares.
O mesmo vale para a realidade.
Assim,
1- o homem não está a frente de seu organismo e da sua mente.
2- Organismo e mente a frente da natureza vital e natureza psíquica.
Ele não caminha para ser um ser absoluto, pois absoluto só é o divino. E também o homem é um ser que apenas é o reflexo do é o seu universo vital e psíquico e o universo cósmico, meta e crácio que o estrutura e faz parte de sua natureza.
O mesmo serve para o super-homem, pois o homem nunca será um super-homem, pois ele é apenas um reflexo.
O reflexo do é o seu universo vital e psíquico e o universo cósmico, meta e crácio que o estrutura e faz parte de sua natureza.
Não há raças de seres fortes, pois todos têm a sua natureza vital, e em muitas espécies os menores são os mais aptos. [ver teoria biológica graceliana da inversão – publicada na internet].
Não é o perdão a moral fundamental do homem, pois a sua moral fundamental já existe dentro do ser, faz parte de sua natureza vital e psíquica, que está expressa no sentimento de proteção dos filhos pelos pais, principalmente pela mãe. Que tem como meta a continuidade da vida, sua transcendentalidade e eternidade.
Ou seja, o sentimento que é uma ferramenta vital e psíquica é o principio fundamental da moral.
E isto faz parte da natureza vital e psíquica, e homem apenas a expressa e a consolida nos seus filhotes recém nascidos.
É a ferramenta de proteção que dará continuidade a vida, pela transcendentalidade e reprodução.
Ou seja, antes de existir o homem há o universo vital e psíquico.
E isto não um é inconsciente, mas uma FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Por sua vez o universo vital está sob a ação do universo cósmico de interações e poderes, meta e crácio, e de transcendentalidades, todos regidos pelos cinco pilares cósmicos.
Logo, o homem é o resultado do que o precedeu e o fez e o faz ser o que é. Assim, a moral fundamental não é o perdão. Mas a fenomenalidade transcendental expressa através do sentimento de proteção.
A fenomenalidade transcendental não é apenas uma genética, um inconsciente. É uma estrutura estruturante dentro do ser e que o produz.
A FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Não está no depois, no processo, mas está no antes, está na produção estruturante do ser, da sua vida, da sua mente, da sua reprodução e transcendentalidade.
Assim, o perdão é fundamental, ponto máximo da psicologia do cristianismo, mas a estrutura da moral já está dentro do ser vivo. O ser apenas é o reflexo deste universo que o produz.
Ou seja, o ser já nasce com a luz dentro dele, pois ele é o que o produz, e o que o produz é um universo e natureza de poderes e metafenômenos dentro da ação de um metacosmo.
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